sou uma criança num corpo de mulher e vim ao mundo sem poder e sem magia.
por entre o azul do mar e o verde da selva.
nego qualquer atitude idealista ou ideológica.
preferia ser quem não sou, porque acho que perdi-me no outro e tentei mitigar a dor, e não consegui. Por fim deixei-me ser eu para que eu possa brilhar com a minha própria luz.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
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