Esquina como foges sempre, sempre
Tormenta, avançando, caminhando
Estou cá para adormecer, viajando…
Neste vale imenso, apodrecer, entardecer, cantando.
A esquina que não é só minha aqui sozinha
Paro não olhei recordando
Sobretudo por estar pensando
O entardecer que me parece viajando.
Esta minha ousadia intensa
No entardecer alheio, recordando-o…
Quero sempre vendo depois entardecendo
A luz do meu parecer, calando.
Constantemente minha vida que me alumia
Intensa luz que me apavora, finda…
Queria p´ra sempre não ver, vida, ainda…
Dá-me a tua mão, a minha, confia
Nem morar em ti guarida
Não ver mais ver minha mansão, solidão, vivida.
“De medo recordo”
Faz muito calor, o Sol!!! O Sol é um bom arbítrio para se meditar… embora goste, tenho medo também. A minha vida foi bestial, colossal... Conversou-se, ouviu-se música; engraçados; alguns locutores falaram!... Ouvi-o! Gostei dos três amores que, há tantos anos me fazem companhia. Está tudo vivo e convivendo!
Paira no ar uma atmosfera alegre, confiante…
São duas da tarde, sábado, 28 de Agosto do ano 2010.
Candy



Amei ler estas palavras...amei a sua simplicidade...simplesmente obrigada por estes momentos para pensar que afinal...vale mesmo a pena estar "aqui".
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