sexta-feira, 3 de setembro de 2010

PAREI NA ESQUINA

Esquina como foges sempre, sempre

Tormenta, avançando, caminhando

Estou cá para adormecer, viajando…

Neste vale imenso, apodrecer, entardecer, cantando.

A esquina que não é só minha aqui sozinha

Paro não olhei recordando

Sobretudo por estar pensando

O entardecer que me parece viajando.

Esta minha ousadia intensa

No entardecer alheio, recordando-o…

Quero sempre vendo depois entardecendo

A luz do meu parecer, calando.

Constantemente minha vida que me alumia

Intensa luz que me apavora, finda…

Queria p´ra sempre não ver, vida, ainda…

Dá-me a tua mão, a minha, confia

Nem morar em ti guarida

Não ver mais ver minha mansão, solidão, vivida.

“De medo recordo”

Faz muito calor, o Sol!!! O Sol é um bom arbítrio para se meditar… embora goste, tenho medo também. A minha vida foi bestial, colossal... Conversou-se, ouviu-se música; engraçados; alguns locutores falaram!... Ouvi-o! Gostei dos três amores que, há tantos anos me fazem companhia. Está tudo vivo e convivendo!

Paira no ar uma atmosfera alegre, confiante…

São duas da tarde, sábado, 28 de Agosto do ano 2010.

Candy

1 comentário:

  1. Amei ler estas palavras...amei a sua simplicidade...simplesmente obrigada por estes momentos para pensar que afinal...vale mesmo a pena estar "aqui".

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